sexta-feira, 3 de abril de 2015

Burning Blue (Burning Blue)

Burning Blue (Burning Blue), 2013


Daniel (Trent Ford) e Matthew (Rob Mayes) são dois pilotos da Marinha Americana que se apaixonam durante um dia de folga do trabalho. A possível relação entre os dois enfrenta obstaculos como noivas, acidentes e uma investigação da corporação que visava coibir o homossexualismo nas forças armadas.

Trailer




Clique Para Ver Outros Filmes

sexta-feira, 27 de março de 2015

Geography Club (Clube de Geografia)

Geography Club (Clube de Geografia), 2013


Na Goodkind High School, o "Clube de Geografia" na verdade é espaço no qual as pessoas podem conversar sobre seus verdadeiros sentimentos e experiências. Russel (Cameron Deane Stewart) é um adolescente que está no ápice da descoberta sexual e encontra no clube uma oportunidade de conversar sobre a sua secreta relação com Kevin (Justin Deeley), um jogador do time da escola por quem ele se apaixona.

Trailer




Clique Para Ver Outros Filmes

terça-feira, 10 de março de 2015

Capítulo 6 - Revolução: Pasine (Cont.)

O meu coração palpitava aceleradamente no meu peito e os meus lábios estavam secos. A minha missão era encontrar o meu tio e aquilo me deixava extremamente nervoso, embora eu tenha veementemente me voluntariado para liderar o grupo que procurava por Conde Rafael, a despeito dos pedidos de Bernardo para me juntar ao grupo dele no ataque aos guardas na entrada do reino. Naquele momento, apesar de todo o nervosismo, eu sentia que o meu lugar era no grupo que iria encarar Conde Rafael e dizer que a caça aos homossexuais iria acabar naquele dia.
Desse modo, eu deixei Bernardo partir com um beijo apaixonado e uma promessa de que nós nos veríamos em breve. O grupo dele iria na direção oposta ao nosso, já que eles iria voltar para a entrada do reino. Enquanto isso, os outros três grupos seguiram em direção ao castelo, no qual foi demasiadamente fácil entrar, o que nos deixou muito cautelosos. Assim, o meu grupo percorreu os corredores do lugar em busca do quarto do meu tio e os outros dois grupos se encarregaram da dominação dos servos dentro do castelo, um dos quais nos informou a exata localização do quarto que nos interessava. Porém, no momento em que eu adentrei o quarto, uma dor aguda e excruciante tomou conta da minha cabeça e eu perdi a consciência.
Eu abri os olhos novamente devido à dor no meu braço direito, o qual estava sendo cortado por alguém que eu nunca tinha visto. A minha cabeça também doía e eu não conseguia me mover, já que os meus braços e pernas haviam sido atados à cama na qual eu estava deitado. Quando a pessoa notou que eu estava acordado, disse:

- Olá primo! Eu acho que nós nunca fomos apresentados, mas eu já odeio você!

Ele continuou a ferir o meu braço por alguns segundos, então ele me mostrou o que havia feito: no meu braço direito estava escrito "sujo". A dor no meu braço era terrível, mas eu não conseguia parar de pensar no que havia acontecido com as outras pessoas que estavam comigo. Eles estavam bem? Eles teriam fugido e, inevitavelmente, me deixado para trás? Onde estava Bernardo? Raul?

- Você deve estar tentando entender o que aconteceu, certo?
- Sim... o que aconteceu com as pessoas que estavam comigo?
- Só para a sua informação, eu não sou obrigado a te dar nenhuma informação. Mas eu me sinto regozijado em te dizer que a maioria foi dizimada pelo meu pai e o resto está na cadeia! Você acha mesmo que conseguiria entrar no reino do meu pai sem ser notado? Você é muito burro mesmo! Em primeiro lugar, nós sabíamos do plano de vocês há semanas, já que nós tínhamos um espião no seu triste vilarejo! Desse modo, nós monitoramos qualquer entrada massiva de pessoas desconhecidas neste vilarejo durante as últimas semanas. Uma vantagem do meu pai ser antissocial é que nós conhecemos cada pessoa que entra por aqueles portões! Assim, eu só precisei esperar você chegar neste quarto e te atingir com um bastão na cabeça, enquanto a maior parte dos seus amigos imundos era atacada e assassinada pelos oficiais do meu pai!

Uma dor ainda maior do que aquela presente no meu braço se instalou no meu peito e eu tive um ataque de pânico: a minha respiração se tornou extremamente acelerada e eu comecei a chorar copiosamente. Além disso, eu não conseguia acreditar que uma pessoa ligada a mim por laços de sangue podia ser tão cruel. O rapaz que estava na minha frente aparentava ter a minha idade, o que significava que nós poderíamos ter sido amigos em algum momento, mas ele estava rindo do fato de que várias pessoas haviam sido assassinadas e acabara de violar o meu corpo pela simples vontade de se referir a mim como "sujo". Eu realmente não queria chorar em frente a uma pessoa tão cruel, pois eu sabia que, como de fato aconteceu, ele iria se alegrar com a minha dor. O rapaz riu durante todo o tempo que eu levei para conseguir articular uma frase sem interrompê-la com o meu choro.

- Você é patético!
- Irmão, o que você está fazendo?
- Eu estou punindo o nosso primo! Ele se comportou mal e eu precisei puni-lo! Você quer me ajudar Davi?
- Mas o que foi que ele fez Rafael?
- Ele beijou um rapaz Davi!
- Mas isso é ruim?
- Claro Davi! Você lembra o que o nosso pai fez com aquelas pessoas por esse mesmo motivo?
- Elas foram... para o fogo?
- Isso mesmo! Elas foram para a fogueira!
- O papai vai fazer a mesma coisa com o nosso primo?
- Por enquanto não Davi! Mas... quem sabe em breve!

Davi aparentava ter cinco anos e a conversa dele com o irmão me deixou bastante preocupado e ao mesmo tempo esperançoso. A naturalidade com que ele descreveu a morte de outras pessoas me preocupou bastante, porque ele parecia acreditar que aquilo era o correto. Porém, ele questionou o irmão sobre o fato de dois homens se beijarem ser errado e aquilo me fez refletir que talvez nem todos naquele reino fossem um caso perdido.

- Olá Davi! Meu nome é Felipe!
- Oi... você é meu primo!
- Sim Davi! Isso é verdade!
- Cala a boca! Não fale com o meu irmão! Não quero que você o influencie com o seu jeito sujo!
- Rafael II! O que você está fazendo aqui?
- Eu estava dando uma lição nele pai! Como o senhor disse que deveria ser feito!
- Não deste jeito! Assim ele vai morrer! Por que você sempre faz as coisas de forma tão impulsiva?!

Conde Rafael parecia estar influenciando os filhos a serem tão cruéis quanto ele e, aparentemente, o filho mais velho estava indo além do esperado. Era muito estranho assistir os dois discutirem o melhor modo de punir alguém por ser homossexual e, principalmente, alguém que era um familiar.

- Onde estão os meus amigos?!
- Não seja insolente! Eu não preciso responder qualquer pergunta que venha de você!
- Eu sei, mas... por favor... eu estou implorando...
- Tudo bem! Talvez isso te faça sofrer ainda mais! Dezenas dos seus amigos estão mortos e os corpos foram queimados há algumas horas atrás! Os que sobreviveram estão feridos e presos no calabouço, o que significa que muitos também morrerão em breve! Você falhou sobrinho e eu vou garantir que você viva muitos anos para lidar com essa dor! Eu vou chamar alguém para curar as suas feridas e garantir que você esteja aqui para ver todas as pessoas que você gosta morrerem diante dos seus olhos! Venham rapazes, eu não quero ver vocês neste quarto novamente! Entendido?

Depois daquele momento, eu fiquei amarrado àquela cama pelo que pareceram dias, durante os quais uma pessoa vinha diariamente cuidar dos meus ferimentos. Além disso, vários servos de Conde Rafael vinham ao meu quarto para me alimentar e ajudar com outras necessidades básicas. Certo dia, o meu tio voltou ao meu quarto:

- Olá sobrinho! Eu vim aqui lhe trazer boas notícias: mais dois dos seus amigos morreram esta manhã! Eles estavam muito doentes e não resistiram às péssimas condições do calabouço! Foi melhor para eles, eu lhe garanto!
- Conde Rafael... deixe-me ver os meus amigos! Por favor!
- Tudo bem!
- O que?! Isso... Isso é sério? Você vai me deixar vê-los?
- Na verdade eu vou deixar você ver apenas um deles! Mas não fique animado, porque eu não estou fazendo isso por você! Este rapaz se voluntariou para provar um método que um dos meus servos desenvolveu para curar essa doença que se instalou em vocês. Aparentemente, ele está cansado dessa vida, então quer ser curado e depois se juntar ao meu exército. A única condição dele é que eu te deixasse livre e que ele pudesse conversar com você por alguns instantes! Ele parece ser uma ótima aquisição!

Eu não conseguia acreditar no que eu estava vendo: Bernardo adentrou o meu quarto trajando um uniforme do exército de Conde Rafael.

- Oi Felipe! Vejo que você está melhor!
- Bernardo! O que está acontecendo?
- Eu estou cansado de lutar a favor de algo tão errado! A homossexualidade precisa ser exterminada!
- Do que você está falando? Por que você está vestido assim? Onde estão os nossos amigos?
- Eu não tenho nenhum amigo entre aquelas pessoas?
- Como assim? Bernardo, o que aconteceu com você?
- Eu simplesmente percebi que a vida que nós estávamos levando está errada!
- Isso não faz o menor sentido! Bernardo, eu te a...

Inesperadamente, Bernardo desferiu um golpe em meu rosto, o que causou um corte e me fez sangrar. Depois disso, Bernardo virou as costas e caminhou em direção à porta, então, a despeito da dor, eu continuei o que eu havia começado a dizer:

- BERNARDO! EU TE AMO!

Infelizmente, quando Bernardo virou para me responder, eu vi uma expressão totalmente vazia em sua face e a minha resposta foi diferente do que eu esperava:

- Eu não te amo Felipe!

Assim, o amor da minha vida saiu pela porta do quarto e deixou o meu coração em pedaços em frente à pessoa que eu mais odiava no mundo.

- Você viu como esse tal amor que vocês dizem ter uns pelos outros é somente uma mentira? Duas pessoas do mesmo sexo não se amam verdadeiramente! Isso é apenas uma doença que atinge o corpo e adoece os sentimentos de vocês!
- Não! Nós nos amamos!
- Este rapaz é o seu suposto "marido", correto? Ele me disse que nunca lhe amou, pois você somente afastou o rapaz das pessoas que ele ama! Que tipo de amor é esse?
- O que?! Eu...
- O rapaz quer rever a família! Ele concordou em me servir por um ano e depois eu vou liberá-lo para que veja a família! Isso sim é se importar com as pessoas! Além disso, eu ainda vou oferecer um tratamento para a doença dele! Eu não sei o porquê, mas ele também me pediu para que não te matasse, pois, aparentemente, ele tem pena de você! É claro que eu não te mataria! Você ainda precisa sofrer muito por ter organizado um exército contra mim!
- Eu...
- Cale a boca! Eu ainda não terminei de falar! Eu vou soltar você dessa cama e a partir deste momento, você será um servo deste castelo! Não há como escapar daqui e, por mais que eu queira deixar você livre para sofrer, eu vou mandar executá-lo na primeira tentativa de fuga! Se você se comportar, eu prometo que trarei o seu velho pai aqui, para ele poder ver no que você se transformou, ainda que isso vá trazer muito vergonha para ele!

Depois daquele dia, eu nunca mais vi Bernardo ou qualquer um dos meus amigos, já que eu não tinha permissão de sair do castelo. Servir Conde Rafael, em outro momento, pareceria irracional, porém, naquela situação, a perspectiva de ver o meu pai era a única coisa que me mantinha vivo. O meu tio também me ofereceu a referida "cura" para a homossexualidade, porém eu recusei. Ele protestou inicialmente, mas esqueceu o assunto depois que ele percebeu que eu não sairia do castelo e obedeceria as suas ordens.

- Você é um caso perdido! Eu queria te curar para quando o seu pai chegar! Mas talvez até seja melhor que você continue doente, assim eu posso culpá-lo por isso!

Várias semanas se passaram e a minha única fonte de informação sobre o que estava acontecendo fora das paredes do castelo era o meu desprezível tio.

O seu amigo está tendo ótimos resultados! Um dos meus servos reportou que o viu cortejando uma donzela outro dia! Além disso, ele está incentivando outras pessoas do seu grupo a se juntarem a ele nesse caminho de cura! Se isso der certo e eu conseguir curar todas essas pessoas, eu vou conseguir o trono de Heliópolis, assim como várias alianças com outros reinos.
- Ele estava?
- É claro! A cura que eu estou usando é milagrosa e ele está seguindo em frente! Você deveria fazer o mesmo! A cura está disponível, ainda que eu prefira ter um motivo para alegar a incompetência do seu pai!
- O que aconteceria se eu me submetesse a essa tal cura?
- Você voltaria à sanidade e eu poderia até lhe considerar como parte da família novamente! Você não precisaria mais ser um mero servo e poderia fazer o que quisesse dali para a frente! Mas como você se recusa, eu não tenho outra escolha a não ser te prender aqui dentro! O que é muito gentil da minha parte, considerando-se o que aconteceu com alguns dos seus amigos depois da invasão ao castelo!
- Eu posso lhe dar uma resposta amanhã?
- Sim. Mas essa será a sua resposta definitiva! Eu não tenho paciência e tampouco obrigação de ficar oferecendo uma coisa que eu sei que lhe fará muito bem! Se a sua resposta for não, então você estará definitivamente condenado a me servir!

Naquela noite, eu refleti sobre o que o meu tio disse. Eu não entendia o porquê de Bernardo ter me agredido há várias semanas atrás, quando eu estava preso a uma cama, totalmente indefeso. Eu entendia ainda menos o fato de ele ter sido visto cortejando alguém. Eu sabia que não havia de fato uma cura, porque homossexualidade não era uma doença, então aquele comportamento não fazia sentido. Talvez, fazer a vontade de Conde Rafael fosse melhorar a minha possibilidade de tentar descobrir o que havia acontecido com Bernardo, já que eu poderia, segundo as próprias palavras do meu tio, fazer o que eu quisesse. Durante todo aquele tempo, eu não tive coragem de perguntar ao meu tio sobre os meus outros amigos íntimos, pois eu não conseguiria suportar ouvir que Raul, Hugo, Tomás e William estavam mortos. Porém, se eu conseguisse permissão de sair do castelo, eu também poderia conseguir averiguar essa informação. Assim, no fim da noite, a ideia de me submeter à "cura" pareceu ser uma opção razoavelmente boa.

- Então você quer se submeter à cura? Eu sabia que você, eventualmente, iria enxergar o erro que você cometeu ao se juntar a esse bando de pessoas doentes.
- Certo... Nós podemos acabar logo com isso? Onde está a cura?
- Vá para o seu quarto, eu irei em seguida com os meus servos e a cura.

Eu não fazia a mínima ideia do que seria a tão falada cura, mas ainda estava decidido a me submeter a ela, se isso significasse que eu poderia ver Bernardo e os meus amigos novamente. A porta do meu quarto se abriu e, infelizmente, não era o meu tio.

- Olá primo! Como você está?
- Rafael, o que você está fazendo aqui?
- Eu preciso te perguntar uma coisa antes que você seja curado! E eu exijo uma resposta!
- Eu não vou te responder nada com essa atitude!
- Eu exijo que você me responda!
- Eu não sou obrigado a te responder nada! E fique grato que eu não vou me vingar por você ter me torturado daquela forma! Agora saia daqui!
- Mas eu preciso saber como é! O que você sente quando ama alguém do mesmo sexo?
- É tão maravilhoso quanto amar uma pessoa de outro sexo, a diferença é que, atualmente, se você ama alguém do mesmo sexo as pessoas te fazem isso...

Eu mostrei a ele o meu braço, onde haviam várias cicatrizes, as quais formavam uma palavra: sujo. Ainda assim, Rafael não mostrou qualquer sinal de arrependimento.

- Você mereceu isso! Por que você precisava se expor dessa maneira?
- Porque eu não sou covarde como você!
- O que? Eu não sou covarde!
- Não? Então por que você está escondendo isso?
- Eu não...
- Rafael II?! O que você está fazendo aqui? Ainda não é seguro! Já disse que não quero que você seja afetado por essa doença! Vá para o seu quarto!
- Err... tudo bem...
- Você está pronto sobrinho?
- Eu acho que sim... qual é o procedimento?
- Olá, meu nome é Walter! Eu vou realizar o procedimento para lhe curar! Isso é muito simples! Eu vou drenar o seu sangue com esses animais por algum tempo e você se sentirá curado ao fim de tudo!

Sentir os dentes das sanguessugas penetrando a minha pele me dava calafrios e me fazia querer vomitar. Eu queria tirá-las do meu corpo e atirá-las o mais longe possível! Aqueles animais eram repugnantes e eu estava começando a me sentir tonto. Porém, eu mantive a minha motivação para me submeter àquele procedimento em primeiro lugar: eu sairia daquele castelo e poderia reaver os amigos que me foram tirados por Conde Rafael, ou pelo menos aqueles que ainda estavam vivos.
Depois de algumas horas, as sanguessugas foram retiradas e as pessoas se retiraram do meu quarto. Eu adormeci, devido ao cansaço resultante do procedimento, e acordei somente no dia seguinte. Como o meu tio havia prometido, eu pude sair do castelo e a primeira coisa que eu fiz foi procurar por Bernardo. Depois de alguns minutos procurando, eu o encontrei em uma rua do reino.

- Bernardo!
- Felipe! O que você está fazendo aqui?! Você... você se submeteu ao que eu estou pensando?
- Às sanguessugas? Sim! Agora, eu...
- Shh! Não podemos conversar agora! Eu vou te esperar na saída do reino, naquela lagoa que nós vimos quando vínhamos para cá, no fim da tarde! Lá nós conversaremos melhor!

No fim da tarde, eu estava esperando ansiosamente por Bernardo no local que ele havia dito, onde havia uma pequena lagoa e muitas árvores. Quando ele chegou, eu o abracei intensamente e ele, brevemente, retribuiu o gesto. Porém, ele rapidamente me afastou e disse:

- Eu sinto muito! EU ACHO QUE ELE PRECISA DE UMA SEGUNDA DOSE!

De repente, quatro homens saíram de trás das árvores, os quais ataram as minhas mãos com cordas e me conduziram, provavelmente, de volta para o castelo do meu tio. Em meio aos vários sentimentos que afloraram naquele momento, o mais forte era o de tristeza, pois eu acabara de ser traído pelo homem que eu amava. Eu não ofereci qualquer resistência quando os homens me mandaram andar em direção ao castelo, porque, naquele momento, uma dor terrível irradiava no meu peito e eu queria, desesperadamente, desistir de tudo.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Scenes from a Gay Marriage

Scenes from a Gay Marriage (Scenes from a Gay Marriage), 2012


Darren (Matt Riddlehoover) tem dois vizinhos cuja relação parece ser perfeita, até que um dia ele suspeita que um deles está traindo o outro, o que o leva a uma divertida investigação do assunto. Neste mesmo período, ele desenvolve uma boa amizade com Joe (Jared Allman), o qual está interessado em Darren, embora este, inicialmente, evite qualquer tipo de envolvimento emocional.

Trailer



Clique Para Ver Outros Filmes


sábado, 7 de março de 2015

Les Chansons D'Amour (Canções de Amor)

Les Chansons D'Amour (Canções de Amor), 2007


Neste drama musical, Ismaël (Louis Garrel), Julie (Ludivine Sagnier) e Alice ( Clotilde Hesme) têm uma relação a três. Porém, depois que Julie subitamente falece, Ismaël passa a ter que lidar com o luto e, em meio a todo esse processo, conhece Erwann (Grégoire Leprince-Ringuet), o qual lhe mostra uma nova perspectiva sobre o amor.


Trailer





Clique Para Ver Outros Filmes

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Capítulo 3 - Gelo e Fogo

23 DE AGOSTO DE 2018, 06:21

Os elementais estavam caminhando dentro da caverna pelo que pareceram horas. Porém, o caminho era muito estreito e, continuamente, eles estavam infringindo danos uns aos outros, já que eles haviam perdido completamente o controle sobre os seus poderes, os quais estavam se manifestando de forma cada vez mais intensa, principalmente os de Ethan. Desse modo, eles sempre tentavam reorganizar a fila indiana ao longo do percurso:


- Ethan, você precisa ficar o mais longe possível de mim! - disse Oliver, enquanto o seu corpo, literalmente se desfazia em água pelo caminho - Vá para o final da fila, por favor, ou eu não conseguirei chegar ao nosso destino inteiro.
- Você também não pode ficar perto de mim, ou eu ficarei ressecada - afirmou Gabriela - Talvez eu devesse ficar no meio.
- Ok, eu vou ficar lá no fundo! - exclamou Ethan.
- Também não pode ficar perto de mim Ethan, pode ser perigoso para você! - avisou Sophie.

Dessa forma, os elementais foram se movendo pelo labirinto de túneis que se seguiram à porta que os elementais encontraram no meio de uma das cavernas do Monte Castillo, até que, em determinado momento, os elementais visualizaram uma intensa luz no fim de um dos túneis e correram para verificar a fonte. Ao chegarem ao local de onde a intensa luz emanava, eles encontraram várias divisões do estreito túnel de onde eles tinham vindo e, na entrada de uma das divisões havia uma criatura com forma de tigre, a qual era puramente composta de chamas e que agora os encarava com uma expressão hostil. Assim, imediatamente, Ethan correu para a frente do grupo e encarou a criatura, a qual, de repente, avançou na direção do elemental do fogo. A criatura derrubou Ethan no chão e conforme estabelecia contato com o corpo de Ethan, as suas chamas ficavam mais intensas, de modo que Sophie interveio:

- Isso está se alimentando de você Ethan! - Disse ela enquanto empurrava a criatura e a tirava de cima de Ethan - Eu acho que meus poderes são efetivos contra esse monstro! - Ela plasmou intensos jatos de água do seu corpo e direcionou para a criatura, a qual tentava avançar novamente sobre os elementais, mas era impedida pelos poderes de Sophie - Eu acho que posso contê-lo! - Nesse momento, a criatura começou a retroceder em direção ao túnel do qual tinha saído - Gente, assim que eu disser, nós precisamos correr, pois isso, com certeza, virá novamente atrás de nós, assim que eu parar de usar os meus poderes! É essencial que isso não chegue perto do Ethan, pois parece que esse monstro quer se "alimentar" dele!

Assim, quando Sophie deu o sinal, em um instinto de autoproteção, os elementais imediatamente correram em direção aos outros sub-túneis, porém, devido à falta de tempo para se organizarem, dois grupos correram para túneis diferentes. Ethan, Oliver, Gabriela e Alba correram por um dos túneis, enquanto Themba, Marco, Sophie e Cho correram em outra direção.
Enquanto corria, Ethan conseguia ouvir sons guturais provenientes da criatura e podia ver uma luz intensa quando olhou para trás, ou seja, a criatura havia vindo atrás do seu grupo. Desse modo, ele gritou:

- Corram pessoal! A criatura está atrás de nós!
- Corre Ethan! Meus poderes têm natureza parecida aos da Sophie, então eu vou tentar atrasá-lo! - disse Oliver, saindo do início para o fim da fila.
- Eu posso ajudar Oliver! - disse Alba, juntando-se ao elemental do gelo - Materializa uma tempestade e eu vou intensificá-la com os meus poderes! - Desse modo, Alba e Oliver tomaram a frente do grupo, enquanto Gabriela e Ethan estavam parados atrás dos elementais do gelo e do ar. Eles aguardaram alguns instantes, até que a criatura surgiu no túnel a poucos metros do grupo. Assim, imediatamente, Oliver materializou uma tempestade de neve, a qual foi transformada em uma intensa nevasca por Alba. Uma imensa quantidade de neve atingiu a criatura, a qual ficou momentaneamente paralisada, porém Oliver e Alba continuaram a atacar, até que uma sólida massa de gelo começou a se formar e, em poucos segundos, a criatura fora transformada em um bloco de gelo, assim como todo o resto do túnel de onde os elementais haviam vindo.
- Deu certo Alba! - disse Oliver, abraçando Alba - Nós vencemos a criatura!
- Aparentemente! - respondeu Alba - Mas agora nós vamos ter que seguir em frente por esse túnel, já que não podemos voltar para onde viemos.
- Bom trabalho pessoal! - disse Gabriela - Mas eu acho melhor nós saírmos logo desse lugar, enquanto essa criatura está congelada! - Nesse momento o sólido bloco de gelo estalou e uma rachadura se tornou visível - Como eu ia dizendo... Vamos sair daqui agora!

Assim, os quatro elementais continuaram caminhando pelo túnel, enquanto a criatura de fogo que os havia surpreendido anteriormente estava momentaneamente paralisada. Entretanto, após um longo tempo caminhando, Oliver comentou:

- Eu não aguento mais! Ethan, eu estou delirando ou as suas chamas estão ficando cada vez mais intensas?
- Não, você está certo Oliver! Eu também notei e, como você, também não aguento mais! Eu estou ficando ressecada e cansada! Talvez nós devêssemos ir um pouco mais afastados de você Ethan - disse Gabriela.
- Nós não devemos nos separar Gabriela! - disse Ethan, com firmeza.
- Eu sei Ethan, mas eu estou deixando folhas mortas por todo o nosso caminho e ficar perto de você está sendo uma tortura! Eu sinto muito, mas eu não posso mais fazer isso!
- Eu receio que ela esteja certa Ethan! Eu quase não consigo me manter sólido perto de você agora! Talvez você devesse ir um pouco mais a frente!
- Eu acho que vocês estão certos... - disse Ethan, em tom resignado.
- Não se preocupe, eu vou com você Ethan! Pelo visto, o meu elemento é o mais neutro de todos! - disse Alba, gesticulando para que Ethan seguisse em frente - Vamos! - Porém, depois de poucos passos eles se depararam com um rio de lava, o qual cortava o túnel no qual eles estavam.
- Oli e Gabi! - gritou Ethan, imediatamente - Fiquem longe, nós encontramos um rio de lava e precisamos descobrir como fazer para atravessá-los.
- Tudo bem Ethan, nós vamos aguardar aqui então - respondeu Oliver, o qual estava em uma parte do túnel levemente afastada dos elementais do ar e do fogo.
- Alba, eu posso passar por isso sem problema algum! - cochichou Ethan para a elemental do ar - Mas eu estou preocupado com os dois lá atrás, eles parecem estar definhando e os poderes eles são totalmente inúteis perto de toda essa lava e de todo esse calor.
- Eu sei - respondeu Alba, também cochichando - Mas eu tenho uma teoria. Eu acho que os nossos poderes são bem mais fortes aqui dentro, pois a nossa essência humana foi "extinta" na entrada da caverna, então não acho que eles irão definhar até... você sabe...
- Isso faz sentido, mas eu ainda acho que os poderes deles são meio inúteis nesse momento!
- Nisso você tem razão! Mas eu acho que, considerando-se que meus poderes não são exatamente afetados pelo fogo, eu acho que posso transportá-los até o outro lado - disse Alba, olhando para a continuação do túnel, a qual podia ser vista a vários metros de onde eles estavam.
- Tudo bem! Mas não se esqueça que o fogo pode se "alimentar" do ar, então tente não entrar em contato com ele!
- Bem lembrado! Eu vou tomar cuidado!
- Tudo bem, então eu acho que vou dar um mergulho nesse rio, enquanto você vai buscar os nossos amigos!
- Tá certo! E Ethan... - disse Alba, um pouco desconfortável - Eu sei que não somos tão próximos, mas eu queria deixar claro que eu te considero um amigo e apoio totalmente você e o Oliver! Vocês são duas pessoas incríveis e são perfeitos um para o outro!
- Que bom Alba! É tão legal da sua parte você me dizer isso! Eu também te considero uma amiga, é claro! Pena que eu não posso te dar um abraço agora, já que isso seria fatal para você - disse Ethan rindo.
- Por mim tudo bem! Eu provavelmente iria me sentir estranha com isso! - respondeu Alba rindo - Agora vai dar o seu mergulho! - Assim que Ethan mergulhou no rio de lava, Alba foi ao encontro de Gabriela e Oliver, os quais estavam sentados um pouco distantes um do outro, então a elemental do ar perguntou - Por que vocês estão tão separados?
- Por que nós também não podemos ficar muito perto um do outro, já que o gelo também acabaria comigo! Mas ficar perto do Ethan é mais desconfortável porque eu acho que este lugar está intensificando os poderes dele, enquanto os do Oliver estão cada vez mais fracos.
- Você está certa Gabi, provavelmente! - disse Oliver - E quanto a você Alba, como você está se sentido?
- Bem, os meus poderes não parecem ser afetados pelo ambiente em si, como os de vocês! Eu apenas preciso me manter longe de contato direto com o fogo! - respondeu Alba - Mas, mudando de assunto, nós tivemos uma ideia de como vocês podem atravessar o rio de lava! Sigam-me! - Alba levou os elementais até um ponto do túnel a alguns metros da borda do rio de lava - Eu acho que aqui é o suficiente! - Ela envolveu ambos os elementais e se transformou em uma massa de ar que os levantou do chão e começou a se mover em direção à continuação do túnel.
- Levitar acima de um rio de lava é, sem dúvida - a experiência mais aterrorizante que eu já tive! Principalmente quando eu sou, literalmente, um monte de vegetais prontos para serem incinerados! - exclamou Gabriela.

Desse modo, os três elementais conseguiram chegar até o outro lado do rio de lava e, logo em seguida ouviram um grito vindo de um ponto mais à frente no túnel:

- Vocês conseguiram!
- Ethan! - respondeu Oliver ao prontamente reconhecer a voz - Onde você está?
- Eu deixei um espaço entre nós, já que a minha presença é tão repulsiva para vocês! - respondeu Ethan rindo.
- Não seja idiota! Eu fico feliz que você esteja bem e, infelizmente, nós vamos ter que manter esse espaço entre nós mesmo!
- Eu sei! Quando a gente sair daqui eu vou te dar um grande abraço e um... - um silêncio se seguiu, então ele respondeu - Err... e um outro abraço ainda maior!
- Obrigado Ethan! - respondeu Oliver corado - Isso vai ser bom! Agora vamos sair da borda desse rio de fogo! Alba, eu acho que você pode ir acompanhar o Ethan, eu e a Gabi vamos ficar bem! Muito obrigado por nos transportar até aqui!
- Sem problemas! Vocês ficam me devendo essa! - respondeu Alba - E, mais uma coisa, eu prometo que vou cuidar bem do Ethan para você Oliver! - acrescentou rindo.
- Cala a boca Alba! - respondeu Oliver rindo - Eu...

Nesse momento, a criatura que havia sido deixada congelada anteriormente emergiu do rio de lava e começou a, lentamente, andar em direção aos elementais.

- Alba! - disse Oliver, que prontamente começou a produzir uma tempestade de neve.
- Pode deixar! - Alba rapidamente entendeu que Oliver queria utilizar a mesma estratégia de anteriormente, então começou intensificar a tempestade de Oliver.
- Ethan! Corre! A criatura está de volta e não podemos deixar ela chegar até você!
- O que? Mas eu quero ajudar!
- Não discuta Ethan! Ficar longe da criatura é o melhor que você pode fazer! Não esqueça o porquê de termos vindo aqui! Vá procurar alguma outra pista sobre o segredo dessa caverna! Nós cuidamos da criatura!
Não está funcionando Oliver! O que nós vamos fazer agora? - disse Alba, pois, ainda que a criatura estivesse momentaneamente impedida de andar por causa do ataque, aquilo estava sendo menos eficaz do que da primeira vez.
- Não podemos desistir Alba! - gritou Oliver - Vamos atacar com o máximo dos nossos poderes! - Assim, eles passaram vários minutos contendo a criatura, até que Oliver disse: - Nós estamos dando o melhor dos nossos poderes e não está funcionando! Eu acho que é porque nós estamos muito próximos do rio de lava! Alba, eu tenho uma ideia, que é meio arriscada, mas pode dar certo!
- Não interessa o que seja! Eu estou dentro! - afirmou Alba, com firmeza.
- Você é uma ótima parceira Alba! - disse Oliver contente - Então é o seguinte: Gabi, em primeiro lugar, eu preciso que você corra o máximo que puder para longe de nós. Alba, em segundo lugar, eu preciso que você coordene os seus poderes com os meus, de modo que nós progressivamente deixemos a criatura se mover em direção a nós, mas não podemos deixá-la chegar muito perto e precisamos estar sempre prontos para, pelo menos, imobilizá-la novamente.
- Ah, entendi! Você quer afastar a criatura do rio de lava, certo? - respondeu Alba, animada.
- Isso mesmo! Vocês estão prontas?
- Bem, eu vou fazer a minha parte, já que eu não sou muito útil aqui! - respondeu Gabriela, virando-se em direção ao túnel a frente deles - Vejo vocês em breve! Tenho certeza que tudo vai dar certo!
- Vemos você em breve Gabi! - respondeu Alba. Depois de alguns minutos desde que Gabriela havia imergido no túnel, a elemental do ar disse: - Você está pronto Oliver?
- Sim! Vamos diminuir a intensidade dos nossos poderes no três! - Disse Oliver - Um... dois... três!  - Assim que a intensidade da nevasca produzida por Oliver e Alba diminuiu, a criatura começou a se mover e as suas chamas se reavivaram - A criatura está livre Alba, agora vamos andar de costas em direção ao túnel! Não podemos deixar de encará-la, mas também precisamos fazê-la andar cada vez mais para dentro do túnel, até que possamos congelá-la novamente! - Porém, depois de adentrarem poucos metros no túnel, a criatura começou a correr na direção deles e, antes que eles pudessem atingi-la com a nevasca, ela saltou sobre eles e parou no outro lado, ou seja, agora a criatura estava bloqueando a passagem deles para o resto do túnel.
- Isso não é bom Oliver! - disse Alba, sem acreditar no que havia acontecido - Agora nós não poderemos congelar a criatura como antes ou nós não conseguiremos alcançar a Gabi e o Ethan! Parece até que criatura entende o que nós estávamos fazendo!
- Isso definitivamente não é bom Alba! - Disse Oliver, o qual também estava surpreso com aquela reviravolta. Para piorar, a criatura começou a avançar em direção a eles, o que os estava obrigando a retroceder em direção ao rio de lava - E nós precisamos de outro plano urgente!
- Talvez eu tenha uma solução! Mas você precisa confiar em mim! Eu não vou dizer nada, porque eu estou fortemente convencida de que essa criatura pode entender o que nós dizemos!
- Eu não acho que isso seja o caso Alba. Talvez a criatura apenas tenha tido sorte em nos encurralar aqui! Mas enfim, eu confio em você! Faça o que for necessário! - Mas antes que Alba pudesse tomar qualquer atitude, a criatura produziu uma rajada de fogo pela boca, a qual atingiu Oliver. O elemental do gelo tentou revidar, mas a criatura continuou a lançar rajadas de fogo.
- Já chega! - gritou Alba, vendo o amigo ser atingido pela criatura - É agora ou nunca Oliver! - Nesse momento, a elemental do ar jogou uma massa de ar na criatura, a qual entrou instantaneamente em combustão. Enquanto isso, Alba segurou Oliver, o qual estava bastante fraco devido aos ataques da criatura de fogo, então se transformou em uma massa e ar e levitou o elemental do gelo sobre a criatura, que estava momentaneamente distraída com a massa de ar produzida anteriormente por Alba. Assim que chegaram ao outro lado, Alba disse a Oliver: - Você precisa correr! Se a criatura te encontrar ela vai acabar com você!
- Não Alba! Nós podemos fazer isso juntos! - protestou Oliver.
- Eu não acho que você esteja bem para um confronto direto! Talvez seja melhor você gastar a sua energia correndo para poder ajudar o Ethan a descobrir o segredo dessa caverna!
- Mas Alba...
- Eu vou ficar bem! Eu te encontro mais à frente em alguns segundos! A criatura fica atordoada com massas de ar por alguns segundos, então que quero atrasá-la para poder dar a tempo para você correr!
- Eu consigo, vamos fazer isso juntos! - afirmou Oliver, veementemente - Você é uma ótima parceira para combinar os poderes Alba! E, mais do que isso, você é uma ótima amiga! Por isso eu não posso simplesmente te deixar aqui!
- Err... obrigada.... tudo bem, vamos fazer isso juntos! Mas me promete que se você sentir que não consegue fazer isso, você vai correr e me deixar cuidar da criatura!
- Tá certo! Agora nós dois vamos correr e se a criatura nos encontrar nós vamos cuidar dela criatura juntos! - Eles correram pelo túnel, mas depois de alguns segundos eles avistaram um clarão de luz ficar cada vez mais intenso atrás deles, até que, finalmente a criatura os alcançou. Os dois conseguiram novamente parar a criatura usando uma combinação dos seus poderes, mas Oliver estava visivelmente afetado pelo ataque da criatura anteriormente e estava progressivamente definhando.
- Oliver... está na hora! Você prometeu!
- Não Alba! Eu nunca vou te deixar sozinha aqui!
- Então você não me deixa escolha! - Alba atacou Oliver com uma forte rajada de ar, a qual moveu o elemental do gelo para alguns metros de onde estavam a criatura e Alba. Assim, a elemental do ar começou a jogar massas de ar na criatura, a qual ficava momentaneamente atordoada, porém logo voltava a se mover em direção aos elementais. Além disso, Alba mantinha Oliver afastado com uma contínua rajada de vento. Depois de longos minutos em que Alba atacava a criatura, sem resultados permanentes, e nos quais Oliver estava impedido de fazer qualquer coisa, Alba tomou uma decisão, então disse: - Oliver, você também é um ótimo amigo! Eu sinto muito que eu não vou poder te conhecer melhor - Nesse momento, Alba se transformou em uma imensa massa de ar e se dirigiu à criatura. Assim que o corpo e Alba atingiu a criatura, ela entrou em combustão instantânea, porém, também começou a mover a criatura para longe de Oliver.
- ALBA! - gritou Oliver, com lágrimas escorrendo pelo rosto, enquanto ele via a intensa massa em chamas se mover para longe dele.

Desse modo, o grupo de elementais estava na seguinte situação: separados em grupos, Ethan estava, sozinho, procurando mais pistas na caverna; Gabriela estava em algum lugar, indefesa diante de todo o calor, lava e criaturas em chamas dentro da caverna; Oliver estava lesionado por causa do ataque da criatura; e, infelizmente, Alba havia se sacrificado para que os demais tivessem uma chance de continuar.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Brokeback Mountain (O Segredo de Brokeback Mountain)

Brokeback Mountain (O Segredo de Brokeback Mountain), 2005


Jack Twist (Jake Gyllenhaal) e Ennis del Mar (Heath Ledger) são dois jovens vaqueiros que se conhecem e se apaixonam enquanto trabalham juntos em um serviço de pastoreamento de ovelhas na montanha Brokeback. Porém, Ennis não consegue aceitar plenamente os seus sentimentos por Jack, os que leva a uma relação emocional, sexual, romântica e conflituosa que se estende por longos anos, nos quais ambos constroem famílias separadamente sem nunca deixar de lembrar o que ocorreu na montanha.

Trailer




Clique Para Ver Outros Filmes